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6 de novembro de 2025M–P

Phishing

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O que é phishing arrow

O phishing é uma das formas de fraude online mais difundidas e adaptáveis, que afeta tanto pessoas quanto organizações. O termo refere-se a tentativas enganosas de obter informações confidenciais – como senhas, dados de pagamento ou credenciais de identidade – por meio da falsificação de uma entidade confiável. Diferente de ataques de força bruta ou de natureza técnica, o phishing explora a psicologia humana, explorando a familiaridade e o senso de urgência para induzir o usuário a agir de maneira impulsiva.

O que é phishing

Em cibersegurança, o phishing é uma técnica de engenharia social que depende do engano, e não de vulnerabilidades no código. Os criminosos criam mensagens convincentes – muitas vezes e-mails, mensagens SMS ou sites falsos – que imitam comunicações legítimas de bancos, serviços online ou até de colegas de trabalho. Quando o destinatário clica em um link malicioso ou compartilha informações pessoais, o atacante obtém acesso a contas ou sistemas que podem ser monetizados ou usados em novos ataques.

O phishing evoluiu muito desde os e-mails mal escritos do início dos anos 2000. Hoje, pode envolver sites clonados, modelos corporativos realistas e até conteúdo gerado por inteligência artificial que se adapta dinamicamente ao idioma e ao contexto do usuário. A sofisticação das campanhas modernas de phishing as torna difíceis de detectar – tanto para os usuários quanto para as ferramentas de segurança tradicionais.

Por que o phishing é relevante para instituições financeiras e negócios digitais

Para instituições financeiras, fintechs e credores online, o phishing representa mais do que uma ameaça à reputação – é um risco sistêmico. Fraudadores frequentemente utilizam credenciais roubadas por meio de phishing para executar ataques de account takeover (ATO), criar identidades sintéticas ou solicitar empréstimos sob falsos pretextos.

Como o phishing tem como alvo principal os usuários finais, sua detecção frequentemente fica fora dos sistemas tradicionais de prevenção a fraudes. No entanto, seus efeitos impactam diretamente os modelos internos de risco: uma campanha de phishing bem-sucedida pode distorcer dados de device intelligence, comprometer sinais comportamentais e gerar falsos positivos ou fraudes não detectadas.

Por esse motivo, as organizações estão incorporando cada vez mais a conscientização sobre phishing à gestão de identidade digital e às avaliações de risco em nível de dispositivo. Compreender não apenas qual dispositivo se conecta, mas quem está por trás dele – e se esse comportamento está alinhado a padrões confiáveis – torna-se essencial para reduzir perdas.

Como o phishing funciona na prática

A maioria dos ataques de phishing segue um padrão previsível:

Preparação – O atacante estuda o público-alvo (por exemplo, clientes de um banco específico) e coleta dados como nomes de domínio, informações de funcionários ou modelos de e-mail.

Entrega – Uma mensagem fraudulenta é distribuída por e-mail, SMS (“smishing”), chamadas de voz (“vishing”) ou plataformas sociais. A mensagem contém um link ou anexo que parece legítimo.

Engano e exploração – A vítima clica no link malicioso ou baixa um arquivo que a redireciona para um site falso semelhante a um confiável, onde é induzida a inserir credenciais ou dados de pagamento.

Coleta e uso – Os dados roubados são vendidos, utilizados em ataques de preenchimento de credenciais ou explorados para burlar processos de KYC em sistemas financeiros.

Com o avanço do phishing gerado por IA e da tecnologia deepfake, a fase de engano tornou-se ainda mais sofisticada: e-mails podem reproduzir estilos de escrita, gravações de voz podem simular funcionários reais e até interfaces inteiras de atendimento ao cliente podem ser clonadas para parecerem autênticas.

Detecção e prevenção

Os filtros de segurança tradicionais podem bloquear parte das tentativas de phishing, mas a defesa moderna contra fraudes exige inteligência em múltiplas camadas. Instituições financeiras e plataformas digitais estão combinando atualmente diferentes abordagens:

  • Device intelligence para detectar anomalias em impressões digitais do navegador, parâmetros do sistema operacional e padrões de comportamento que indiquem sessões comprometidas.
  • Análise comportamental para monitorar a consistência da interação do usuário – como velocidade de digitação ou fluxo de navegação – e identificar quando uma conta legítima se comporta de maneira atípica.
  • Sistemas de scoring adaptativo que integram sinais de reputação do dispositivo, localização e comportamento de acesso para sinalizar transações de risco em tempo real.

Essa visão multidimensional ajuda as organizações a distinguir entre usuários legítimos e tentativas de login fraudulentas originadas em ataques de phishing.

Para uma compreensão mais profunda de como a análise em nível de dispositivo aprimora a detecção de fraudes, consulte o guia da JuicyScore sobre como o device intelligence ajuda a prevenir fraudes digitais.

O impacto mais amplo do phishing

O phishing não é apenas um problema de segurança – é um desafio para a continuidade dos negócios. Quando os clientes perdem a confiança na capacidade de uma plataforma de proteger seus dados, a recuperação é lenta e onerosa. Além disso, o phishing costuma atuar como a primeira etapa em esquemas de fraude mais amplos, como a disseminação de ransomware, o comprometimento interno ou o descumprimento regulatório.

As organizações que tratam o phishing apenas como um “problema do usuário” correm o risco de ignorar as vulnerabilidades estruturais que o permitem acontecer. Construir resiliência requer uma mudança cultural e tecnológica: capacitar funcionários e usuários, implementar device intelligence em larga escala e aprimorar continuamente os modelos de risco baseados em dados.

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